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Eu e meu peso
Você é gordo(a)/magro(a) demais você se ama assim?
Sim, me amo.
Não, tenho vergonha.
Sofro descriminação
Nem aí
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#31 Inserido por Comentário:
Nome: Joao Roberto
De: Sao Paulo
Email: Contacto
Percebi logo que havia encontrado alguem diferente, parabens pelo site, pelos artigos e curiosidades, sempre valioso quando se aprende. Sucesso !!!

Resposta do Administrador: João Roberto
QUE TUDO DE BOM TER RECEBIDO SUA VISITA, obrigada pelo carinho!
Isso faz bem também!!
Abraço
AnaMedeiros
Adicionado: August 27, 2014 Responder a esta entrada  Apagar esta entrada  Ver IP
#32 Inserido por Comentário:
Nome: Carmem
De: Campo Grande
Email: Contacto
ANA QUERIDA,

Seu site esta lindo, interessante, sensivel, corajoso, novo, inteligente, alegre, enfim como VOCE.
SUCESSO SEMPRE, BEIJAO !!!!!
Adicionado: July 21, 2014 Responder a esta entrada  Apagar esta entrada  Ver IP
#33 Inserido por Comentário:
Nome: Nilda Bezerra
De: João Pessoa
Email: Contacto
Oi Pant, teu cantinho cada vez mais bonito e cheio de novidades. Deus te abençoe sempre amiga.
Adicionado: July 11, 2014 Responder a esta entrada  Apagar esta entrada  Ver IP
#34 Inserido por Comentário:
Nome: vale
De: campo grande
Email: Contacto
O princípio da liberdade individualPor Carlos Bernardo González Pecotche (Raumsol)
Não poderá haver paz e concórdia enquanto não se reafirme definitivamente no espírito dos homens, sejam do país ou da raça que forem, o princípio fundamental da liberdade individual, que torna possível a manutenção da dignidade humana e permite o livre desenvolvimento da inteligência para os altos fins do progresso e da evolução dos povos.

Privar o homem de suas prerrogativas como tal, esterilizando sua mente, e submetê-lo ao duro transe de afogar dentro de si a força de seus pensamentos e o recurso de suas iniciativas, é negar-lhe toda defesa pessoal e prostrá-lo moralmente na indiferença. Acaso não floresceram as civilizações ali onde o pensamento se educou ao amparo de princípios que garantiam sua livre expressão? Acaso não se tem visto hoje a força enorme que tem o pensamento dos homens livres, que se unem para prestar seus serviços a um fim comum como o é a decisão de lutar e derrotar para sempre os sistemas que reduziram tantos milhões de homens à escravidão?

Se o que hoje se quer e nisto se tem empenhado as vontades mais fortes dos povos livres, que é restituir a liberdade individual aos povos que a perderam, haverá que pensar em assegurar que essa liberdade não possa ser alterada no futuro por nenhum excesso nem por nenhuma restrição; ou seja, que deverá entender-se a liberdade como uma expressão ampla e manifesta da consciência de cada indivíduo, que será o primeiro guardião dessa independência, não a alterando ao pretender, por exemplo, usurpar direitos do semelhante ou privá-lo da livre manifestação de seu pensar e sentir.

Não obstante, está visto que não é ali onde reside o perigo, uma vez que isso já está contemplado nas leis do Direito. O perigo está em que os pensamentos de absolutismo se manifestem e ganhem forma na mente dos que se achem no poder, seja este da qualidade que for: político, econômico, religioso, etc., pois bem se sabe que é ali, nessas posições circunstanciais empenhado que se encontra o homem, onde ocorrem ou podem ocorrer mudanças de pensamento que decididamente alterem as perspectivas de liberdade individual que até o momento de ocorrer tais mudanças se desfrutava.

A escravidão mental é o pior dos suplícios que poderia ter
um homem consciente e civilizado

pois não pode haver para ele maior tortura, maior escravidão e maior amargura do que privá-lo do dom mais magnífico e sagrado com que Deus o dotou. Não suprima, homem, o que Deus dispôs por Sua Vontade que não se pode suprimir.

Privar o homem de expressar seu pensamento livremente é submergi-lo nas masmorras da ignorância e precipitá-lo em impiedoso desterro de suas convicções, sentimentos e aspirações.

Isto não significa que o direito que deve assistir a todo ser de expressar seu pensamento com inteira liberdade seja utilizado afastando-o das mais elementares normas de educação, decência e honestidade mental, pois se cairia na licenciosidade, nas paixões desenfreadas e antissociais que sempre minam o ambiente e o corroem.
Trechos extraídos do artigo da Coletânea da Revista Logosofia, Tomo 5, p.79-80
Adicionado: May 26, 2014 Responder a esta entrada  Apagar esta entrada  Ver IP
#35 Inserido por Comentário:
Nome: valeria
De: Florianópolis
Email: Contacto
Parabéns pelo site, que seu trabalho seja reconhecido... vc merece
Adicionado: May 13, 2014 Responder a esta entrada  Apagar esta entrada  Ver IP

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